Quer saber quanto vai gastar pra colocar gesso no teto? Prepare-se pra valores médios de R$ 60 a R$ 200 por metro quadrado, dependendo do tipo de forro, mão de obra, e do quão complicado for o projeto.
Forros lisos costumam ficar na faixa mais baixa, enquanto sancas e iluminação embutida puxam o preço pra cima.

Aqui você vai descobrir o que mais pesa no orçamento em 2026: área, tipo de gesso, custo da mão de obra. E, claro, como escolher o forro que realmente faz sentido pro seu espaço e pro seu bolso.
Quanto custa para colocar gesso no teto: fatores e valores em 2026

Vamos direto ao ponto: o preço do forro de gesso depende de vários fatores. Material, complexidade e acabamento pesam bastante.
Uma sanca com iluminação embutida, por exemplo, exige mais material e mais trabalho do que um forro liso. E sim, isso impacta o bolso.
Área maior geralmente baixa o custo por m², mas o valor final sobe. Se o teto estiver torto ou precisar de estrutura metálica extra, pode preparar o bolso.
A qualidade das placas e o tipo de acabamento (liso, texturizado, pintura) também mexem no preço. Transporte, ferragens, lixas, massa e limpeza pós-obra entram como extras.
Diferenças de custo entre gesso acartonado, drywall e placas de gesso
Gesso acartonado e drywall, na real, são a mesma coisa: placas de gesso com papelão, montadas em perfis metálicos. Placas de gesso convencionais podem ser mais baratas, mas o acabamento costuma dar mais trabalho.
Drywall é mais rápido de instalar e faz menos sujeira, o que pode baratear a mão de obra. Placa tradicional exige mais massa e lixamento, então leva mais tempo.
Em 2026, forro simples em drywall fica num valor médio de mercado. Sancas, curvas e iluminação embutida podem triplicar o preço por m². Não tem muito pra onde fugir.
Como calcular o orçamento por metro quadrado
Primeiro, meça a área total do teto (comprimento x largura). Sancas e rebaixos contam à parte, porque custam mais caro por m².
Monte uma planilha: material (placas, perfis, parafusos), mão de obra, acabamento (massa, lixa, pintura), extras (iluminação, transporte). Pesquise preços locais e some tudo.
Um exemplo rápido:
- Material: R$ X/m²
- Mão de obra: R$ Y/m²
- Acabamento: R$ Z/m²
Total estimado = X + Y + Z por m².
Vale a pena pedir pelo menos três orçamentos detalhados e comparar item a item.
Impacto da mão de obra e região nos custos
Mão de obra pesa bastante, de 40% a 70% do total, dependendo do projeto. Profissionais especializados em drywall cobram mais, mas podem economizar tempo (e dor de cabeça).
Região conta muito. Em grandes cidades, tudo encarece: material, serviço, logística. Em cidades menores, os preços caem até 30%.
Sempre cheque referências, peça garantia por escrito. Contratos bem detalhados e cronograma ajudam a evitar surpresas desagradáveis.
Tipos de forro de gesso e como escolher o ideal
O tipo de forro depende do ambiente, resistência à umidade e do acabamento que você quer. Não esqueça de pensar no custo, tempo de instalação e se vai precisar embutir iluminação ou dutos.
Forro de gesso acartonado: vantagens, usos e preços
O forro de gesso acartonado (drywall) usa placas com revestimento cartonado em perfis metálicos. É leve, rápido de instalar e ótimo pra salas, quartos e escritórios.
Tem acabamento liso, boa isolação acústica (se usar lã de vidro) e facilita passagem de fiação. Dá pra fazer sancas e rebaixos limpos, sem muita sujeira.
O preço depende da região e do projeto. Materiais e mão de obra entram no cálculo. Projetos simples saem mais em conta; sancas e curvas encarecem.
Cuidado com umidade: drywall comum não vai bem em áreas molhadas.
Forro de placas de gesso: aplicações e recomendações
O forro de placas de gesso (as plenas) é parecido com o acartonado, mas usa placas maiores e montagem contínua. Bom pra quem quer teto reto e sem juntas.
Funciona melhor em áreas internas secas. Se for local de circulação, recomendo placas mais resistentes.
Na instalação, fique de olho no espaçamento dos perfis e na fixação das placas. Orçamentos devem detalhar tudo: placas, perfis, massa, mão de obra. Placas resistentes à umidade existem, mas custam mais. Use em cozinhas com muita evaporação.
Forro rebaixado, banheiro e ambientes especiais
Forro rebaixado cria níveis diferentes e esconde vigas, caixas, tubulações. Em salas e halls, valoriza a decoração e permite iluminação embutida.
Banheiros e áreas molhadas pedem placas resistentes à umidade (tipo verde, cimentícias) ou até PVC. Gesso comum não aguenta água.
Em cozinhas e lavanderias, prefira perfis galvanizados e vedação nas juntas. Ambientes úmidos pedem manta de vapor e tratamento antifúngico. Sempre confirme com o instalador quais materiais vão ser usados pra não se arrepender depois.
Iluminação embutida e acabamentos complementares
A iluminação embutida pede um bom planejamento elétrico antes de começar qualquer montagem. É importante definir onde vão ficar os pontos de luz, por onde vai passar a fiação e considerar o peso das luminárias.
Sancas e rasgos para fita de LED precisam de recortes bem feitos nas placas. Se as luminárias forem pesadas, é melhor usar perfis de suporte extra.
Avise o eletricista para posicionar as caixas de passagem de acordo com o tipo de acabamento que você quer. Não adianta correr e depois descobrir que ficou fora do lugar.
Os acabamentos mais comuns são massa corrida para juntas, pintura PVA ou acrílica, e perfis de alumínio. Esses detalhes acabam elevando um pouco o custo, mas sinceramente, fazem toda a diferença no resultado final.
Vale pedir para o instalador um cronograma que inclua a pintura e os testes elétricos antes de finalizar tudo. Melhor garantir do que se arrepender depois, né?